Outros artigos

Galerias de Arte recebem o grafite...sobre tela
Irving Penn
Chegada a Madri
Além do Sol Nascente
Caciporé e a Bienal
Marcel Duchamp & Maria
A vida imita o cinema
Grafiteiros na Tate
Fotografias dão o que falar
Virginia Costa em Londres
Aberrações
Béjart. O último passo do mestre!
Kama Sutra e Bienal
O mundo de Antonioni
Gênios ao telefone
Hemingway e Marlene Dietrich
Truman Capote nu e cru
Truman Capote nu e cru (parte II)
Necrópole imperial no estacionamento
Coquetéis Molotov Contra Nudez
Recuperaram O Grito
Nus de Modigliani
Aos pés da Torre
Simone nua & crua
Negritude de Picasso
Dalí na mira
Dali Libertino & Surreal
Kubrick: obsessão e minúcia
Botticelli em Paris
Yoko Ono nua e crua
Silêncio loquaz
Guggenheim: a novela chega ao fim?
O Brasil na Bienal de Veneza
Arrivederci Veneza, goodbye, Paris, au revoir...
Grafiteiros em alta
Niemeyer em Londres
A crueldade do movimento
Objetiva Almodóvar
Chiclete incômodo
Qualquer semelhança não é mera coincidência
 
2001: Uma Odisséia no Espaço
2001: Uma Odisséia no Espaço



Dissecando Kubrick


Em junho, a edição em inglês, francês, alemão e espanhol de Stanley Kubrick, de Paul Duncan, chegará às livrarias.

Em setembro, em holandês, italiano, japonês e português estará circulando.

O que Duncan pensa de Kubrick e de sua obra estará à nossa disposição. Li algumas páginas da edição em inglês. O livro vale os US$ 19,90.

Kubrick uma vez disse que “Eu não acho que escritores, pintores e filmmakers, cineastas, funcionam porque eles têm alguma coisa que particularmente queiram dizer. Eles têm alguma coisa que sentem.”

Entre ter alguma coisa para dizer e sentir alguma coisa, a diferença em anos luz é brutal.

Se assim não fosse, tudo que Kubrik diz em seus filmes não teria o menor sentido. A menor importância.

De Killer's Kiss até Eyes Wide Shut, Kubrick sempre deu maior significado ao sentimento, à emoção, do que às mais diversas mensagens.

Suas histórias, suas criaturas, suas personagens não podem ser tomadas como exemplos, protótipos. Alegorias em que o bem e o mal são discutidos. Questionados? Nem pensar.

Cada filme de Kubrick é uma "obra aberta". Onde cada um vê o que quer.



Spartacus
Spartacus


Considerado o mais enigmático diretor do século passado, Kubrick, em 2001, Lolita, Spartacus, Clockwork Orange, Barry Lyndon e Eyes Wide Shut, sempre levantou questões que continuam até hoje em dia, questionáveis, insolúveis.

Duncan, em Stanley Kubrick, analisa e ilustra cada filme do introspectivo e lacônico diretor, com fotos, fotogramas, cenas de estúdio, cartazes, críticas e comentários.

Para quem gosta de Kubrick, um prato cheio.



Carlos von Schmidt
27 de abril de 2003 16horas 10



Stanley Kubrick - por Paul Duncan

Stanley Kubrick. Paul Duncan. 192 páginas. Taschen www.taschen.com.
US$ 19,90 / EUR 14.99




Laranja Mecânica
Laranja Mecânica



Stanley Kubrick – Filmografia

1999 - Eyes Wide Shut
1997 - Full metal jacket
1980 - The Shining
1975 - Barry Lyndon
1971 - A clockwork orange
1968 - 2001: A Space Odiyssey
1964 - Dr Strangelove
1962 - Lolita
1960 - Spartacus
1957 - Paths of glory
1956 - The killing
1955 - Killer’s kiss
1953 - Fear and desire
1951 - Flying padre
1950 - Day of the fight
- De Olhos bem fechados
- Nascido para matar
- O Iluminado
- Barry Lyndon
- Laranja mecânica
- Uma odisséia no espaço
- Doutor Fantástico
- Lolita
- Spartacus
- Glória feita de sangue
- O grande golpe
- A morte passou por perto



Copyright 2003 Editora Artes Ltda - Todos os direitos reservados